quinta-feira, 2 de agosto de 2012

é preciso silenciar muitas vezes e outras:
quando, juntas, as palavras inundam a boca
e, abraçadas, tecem um grande nó.
é que no silêncio elas se apertam
e ao invés de canto, som ou prosa
viram água e sal na face do poeta.

[Fernanda]

Um comentário:

Ana Paula Orth disse...

Que bom que postou!
Eu havia guardado alguns trechos... Tão lindo! =)
Beijinhos!